Comentário: Xinjiang é bom ou ruim? Ver para crer

Fonte: CRI Published: 2021-02-04 20:31:46
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Recentemente, um documento denominado "Relatório de Responsabilidade Social da Indústria Têxtil de Algodão de Xinjiang" recebeu atenção generalizada no país e no exterior. Isso foi escrito por acadêmicos chineses por meio de pesquisas de campo, sondagem e seminários. Entre os entrevistados, funcionários provenientes de minorias étnicas representaram mais de 50%.

Segundo o relatório, 93,2% dos funcionários entrevistados indicaram que optaram voluntariamente por trabalhar em empresas têxteis de algodão por meio de feiras de empregos locais e recomendações de parentes e amigos. Ao mesmo tempo, 100% dos trabalhadores afirmaram que podem beber água livremente e ir ao banheiro durante o trabalho.

Vale ressaltar que as crenças religiosas, cultura étnica, idioma e direitos de escrita dos funcionários de minorias étnicas também são respeitados e protegidos. Por exemplo, quando o contrato de trabalho é assinado, a empresa fornece contratos bilíngues em chinês e uigur. Os direitos dos trabalhadores são totalmente protegidos de acordo com a lei. Como surgiu essa calúnia de "trabalho forçado" disseminada por políticos ocidentais?

Na verdade, como uma das indústrias de Xinjiang que mais absorve mãos de obra, a indústria têxtil de algodão se tornou uma das formas mais importantes de redução da pobreza local nos últimos anos. Segundo as estatísticas, o salário mínimo mensal em Xinjiang em 2019 varia entre 1.460 a 1.820 yuans, enquanto o salário médio mensal dos funcionários em empresas têxteis de algodão é de 3.463,2 yuans. "O trabalho na fiação de algodão me permite sustentar minha família", disse uma trabalhadora uigur em uma fiação de algodão em Aksu. É precisamente por isso que o povo de Xinjiang se zangou quando alguns políticos norte-americanos emitiram ordens de apreensão temporária contra tomates e produtos de algodão de Xinjiang com base no chamado "trabalho forçado".

Na recente entrevista coletiva sobre questões relacionadas a Xinjiang, realizada pelo Ministério das Relações Exteriores da China, um agricultor de algodão disse: "Aqueles que espalham rumores não querem defender nossos direitos de forma alguma. Eles querem destruir os empregos de nossos agricultores e nos deixar na miséria. Nós nunca concordaremos com isso!"

Para as pessoas em Xinjiang, um trabalho decente não está apenas na indústria têxtil de algodão, mas também em cidades mais desenvolvidas, especialmente em áreas com desenvolvimento econômico relativamente atrasado, como o sul de Xinjiang. Trabalhar em cidades mais desenvolvidas permite ganhar uma renda muito maior do que na agricultura familiar.

Os dados mostram que Xinjiang teve um total de 461.100 novos empregos em áreas urbanas em 2020. A pobreza absoluta foi removida historicamente em novembro do ano passado.

A verdade sobre Xinjiang se relaciona ao desenvolvimento social e união étnica, fato que esmagou as calúnias feitas por alguns políticos ocidentais.

Tradução: Xia Ren

Revisão: Erasto Santos Cruz

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