Comentário: Políticos estadunidenses que difamam o Partido no poder da China serão vergonha da humanidade

Fonte: CRI Published: 2020-07-18 19:44:10
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Nos últimos dias, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, o assistente de Assuntos de Segurança Nacional, Robert C. O'Brien, e outros políticos anti-chineses estadunidenses difamaram o Partido Comunista da China, instigando maliciosamente suas relações com o povo chinês. No entanto, em julho, a Universidade de Harvard publicou o relatório de uma pesquisa que levou 14 anos, demonstrando que a satisfação do povo chinês com o governo central tem sido a cima de 90% ao longo dos anos, o que reflete um alto grau de confiança e apoio ao Partido no poder da China.

No dia de seu nascimento, o Partido Comunista da China estabeleceu o princípio de “apoiar e fazer tudo pelo povo”. Isso foi justamente a chave para que o Partido conquistasse mais de 90% de satisfação do povo. Na luta contra a pandemia, a despesa médica média dos casos chineses confirmados foi cerca de 23 mil yuans, enquanto a dos mais graves superou 150 mil yuans, alcançando até milhões de yuans. Tudo foi pago pelo país.

O Partido no poder da China está disposto a ouvir a opinião pública e a respeitar as regras científicas. Zheng Yongnian, professor do Instituto de Estudos do Leste Asiático da Universidade Nacional de Cingapura, escreveu em maio que, na luta da China contra o novo coronavírus, "O governo não impediu a ciência e a política de maximizar o uso de métodos científicos". Outros analistas apontaram que uma experiência eficaz da China no controle epidêmico consiste em que especialistas podem falar diretamente com os responsáveis pelas decisões políticas, de modo que a opinião científica e o sistema decisivo integrem-se perfeitamente. Por tudo isso, a China conseguiu controlar a pandemia em apenas três meses.

Por que a situação epidêmica é tão diferente nos EUA e na China? A resposta se encontra em para quem os responsáveis pelas decisões políticas do país trabalham. Na China, o Partido no poder tem base no povo, cujos interesses são os mesmos. Nos EUA, a tomada de decisões do governo é controlada e serve grupos de interesse, ignorando as demandas do público, que tem seus interesses desprotegidos. Ao mesmo tempo, a diferença entre ricos e pobres levou a uma grande desigualdade social. O New York Times apontou ironicamente: “Deseja fazer o teste do novo coronavírus nos EUA? Torne-se rico primeiro!”

Nos EUA, os tomadores de decisão são anticientíficos e antirracionais, suprimindo fortemente a voz da ciência. O especialista em doenças infecciosas, Anthony S. Fauci, já não consegue mais se comunicar com os líderes estadunidenses há semanas, e até mesmo foi criticado ferozmente por políticos da Casa Branca por cometer "muitos erros", "irresponsabilidade" e assim por diante. Um importante motivo por trás é que a opinião científica de Fauci impediu o plano de retomada econômico dos líderes estadunidenses. No entanto, uma pesquisa publicada no dia 16 de julho pela Universidade de Quinnipiac mostra que mais de 60% dos entrevistados acreditam em Fauci, e não nos líderes estadunidenses. A perda de confiança do povo foi justamente causada pelos próprios políticos do país.

Atualmente, o número de infectados e mortos nos EUA já representa um quarto do mundo. Políticos como Mike Pompeo e Robert C. O’Brien possuem uma responsabilidade incontestável por essa tragédia humana. Eles tentam mudar a atenção do público difamando o Partido no poder da China. Esses patifes que apostam numerosas vidas em prol de interesses políticos acabarão sendo firmemente pregados no pilar da vergonha na história da humanidade.

Tradução: Florbela Guo

Revisão: Erasto Cruz

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