Embaixador do Brasil salienta confiança na cooperação econômica com China apesar da epidemia

Fonte: CRI Published: 2020-06-16 13:59:04
Share
Share this with Close
Messenger Messenger Pinterest LinkedIn

“Nós sentimos a mesma solidariedade do lado chinês. Tanto do governo como do povo ao longo das últimas semanas, um grande número de voos levaram equipamentos da China para o Brasil, e muitos mais estão previstos para as próximas semanas”, afirmou o embaixador do Brasil na China, Paulo Estivallet, na entrevista exclusiva para a China Media Grupo.

Na conversa, ele agradeceu o apoio oferecido pela China no combate ao Covid-19 no Brasil. Quando a China foi afetada pela primeira onda da pandemia do novo coronavírus, o governo e o povo brasileiros encorajaram e prestaram assistência ao governo e ao povo chinês. Quando a situação na China foi atenuada e o Brasil começou a enfrentar desafios severos, a China ofereceu solidariedade e apoio firme aos esforços brasileiros na luta contra o coronavírus. 

O diplomata brasileiro apresentou que existe a questão da troca de evidências, de opiniões e de conhecimento que vai sendo gerada ao longo do tempo no combate à epidemia. Para ele, as ações têm funcionado de maneira eficiente, mas ainda há muitas coisas que não se conhecem sobre a evolução da pandemia, o que poderá ser feito para superá-la, mas o país está satisfeito com a forma como tem funcionado a cooperação entre os dois governos. 

Desde o estabelecimento das relações diplomáticas, a China e o Brasil vêm sempre mantendo uma boa cooperação econômica, mas a epidemia do novo coronavírus exerceu um grande impacto ao comércio bilateral no início deste ano. 

Mesmo assim, o embaixador tem uma atitude positiva. Ele indicou que as cooperações Brasil-China, em algumas áreas, continua se desenvolvendo apesar da epidemia. O comércio de alimentos entre os dois países apresentou até mesmo crescimento nesse primeiro semestre, o que mostra o empenho dos dois países em manter esse comércio. Ambos contribuem um com o outro, porque esses alimentos são importantes para a China, assim como a importação pela China para a manutenção da atividade econômica é para o Brasil. 

“É claro que algumas partes do comércio foram prejudicadas, por exemplo, empresas brasileiras que dependem de cetros insumos industriais chineses tiveram queda de produção por falta de insumos no primeiro semestre, mas, aos poucos, isso vai se normalizando, e é importante que os dois países busquem soluções para estas questões”, salientou.

Share

Mais Populares

Galeria de Fotos

Shantou: uma cidade diversa, rica em história
Xiamen, um jardim sobre o mar
Belo dia de sol em Beijing
Shenzhen: uma cidade moderna, energética, internacionalizada e de moda
Idosos praticam aeróbica tradicional no parque Templo do Céu em Beijing
Próspera indústria de plantação de pêras em Xinjiang

Notícias

Emissão de títulos da China chega a US$ 680 bilhões em julho
Aldeia na região montanhosa de Chongqing está mais acessível e tecnológica
72% dos ingressos do Festival Internacional de Cinema de Beijing são vendidos em 10 minutos
​Começa construção do CMG Copyright Trade Center em Shanghai
Xi Jinping: PCCh sempre terá sucesso se governar para o povo
Mianmar inicia 4ª reunião da Conferência de Paz de Panglong do Século 21