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Nova vida dos habitantes da aldeia Kesong
  2015-08-17 10:25:38  cri

A aldeia Kesong, situada no povoado de Trandruk, na Região Autônoma do Tibete, é a primeira aldeia que aderiu a reforma democrática nessa região. Lá foi criada a primeira organização básica do partido na zona rural, a primeira associação de camponeses e a primeira comuna do povo.

Uma larga estrada de cimento nos leva a aldeia de Kesong. As casas são bem organizadas, e a decoração é tipicamente tibetana. Os moradores se locomovem de motocicleta e de carro. Quando passamos por esta estrada, muitas pessoas nos cumprimentaram calorosamente.

Visitamos primeiramente a casa de Dawa. Ele nos recebeu no portão da sua casa. Dawa, de 54 anos, tem sete familiares. O seu filho mais velho trabalha em Xigazê, o filho mais novo é motolista de táxi, e a sua filha graduou-se este ano na Universidade de Jiao Tong de Shanghai. Desde 1989, Dawa tabalhou como motorista de ceifeiras-debulhadoras, de ônibus e de caminhões, e depois operou uma casa de chá. Em 2010, gastou 930 mil yuans para a licença de táxi. Em 2014, a receita anual per capita de seus familiares alcançou 30 mil yuans. Dawa disse-nos orgulhosamente que a sua casa de dois andares foi desenhada e construída por ele mesmo.

"Anteriormente, trabalhava como motorista de caminhão. Nessa altura, comprei dois caminhões e vendi por conta da autorização de operação. E depois virei motorista de táxi, e agora o meu filho mais novo continuou o meu tabalho e foi muito bem"

A aldeia de Kesong possui 880 habitantes oriundos e 240 famílias. Há 43 famílias que contribuem para a indústria de transporte, que tem no total 38 veículos. A receita anual dessa indústria alcançou a 6,08 milhões de yuans. Agora a aldeia conta com três maiores indústrias de agricultura, transporte e o trabalho de migrantes. Além disso, a indústria de manufatura e de serviços têm também se desenvolvido bem. Em 2014, a receita per capita lá foi de 12 mil yuans. A receita da indústria agrícola ocupou 15,8% da receita total, a indústria de transporte, 22,2%, a indústria do trabalho de migrantes, 62%.

O secretário da aldeia, Penpa Tsering, conta-nos que a vida na aldeia mudou considerávelmente. Todas as famílias utilizam o gás liquefeito, a eletricidade é barata. Para aumentar a receita dos habitantes, em 2013, a aldeia explorou o milho cuja área para o cultivo foi de 760 acres. Prevê-se que a receita por cada acre possa alcançar a quase 3000 yuans.

"A aldeia de Kesong melhorou muito nos últimos anos. Na área agrícola, anteriormente usávamos cavalo, boi e burro para cultivar, mas agora utilizamos basicamente máquinas. Na vida dos moradores, as casas onde a gente morou foi construída com estrutura civil no passado, e agora essas são construídas com uma estrutura que combina pedra e madeira. Além disso, os recursos hídricos, a eletricidade e o transporte melhoraram bastante."

Sonam Dundrup, de 66 anos, tem cinco familiares. O seu fillho mais velho abriu uma sala de jogos na cidade, e o filho mais novo trabalha com decoração. A receita anual per capita da família dele alcançou cerca de 10 mil de yuans. Em 2000, o governo central ofereceu uma nova casa a eles. E agora que seus filhos cresceram, sua vida está cada vez melhor. A aldeia abriu uma clínica, o que deixou Sonam Dundrup contente. Os moradores lá não precisam se deslocar aos hospitais nos distritos.

"Integramos no sistema da saúde das zonas rurais. Agora é mais conveniente, não precisamos sair da aldeia para ir ao médico. Podemos resolver os problemas de saúde dentro da nossa aldeia."

As palavras de Sonam Dundrup confirmam que nos últimos anos, a receita econômica, o serviço de saúde e a educação se desenvolveram rapidamente. De acordo com o secretário da aldeia, Penpa Tsering, anteriormente, os habitantas não tinham bons hábitos, sempre descartavam o lixo de forma inadequada, mas através da educação e da administração, agora o ambiente melhorou muito.

Falando do futuro da aldeia de Kesong, Penpa Tsering deu-nos a sua opinião.

"Espero que a aldeia se desenvolva ainda mais através do turismo no futuro. Iremos investir no artesanato tradicional e na restauração das caraterísticas tibetanas. Acredito que o futuro da aldeira será brilhante."

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