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China impulsiona ofertas e oportunidades culturais para população de baixa renda
  2011-10-17 19:33:07  cri
Quando mudou-se para a metrópole de Shanghai, no leste da China, em busca de trabalho há oito anos, Song Liangliang, agricultor de 26 anos, nunca imaginou que poderia ser famoso por seu talento musical até participar de um concurso de canto e surpreender o júri com sua voz impressionante.

Song ficou em segundo lugar no "Concurso de Canto Novo Shanghainês" e depois contratou um agente para ajudá-lo a tornar-se um cantor profissional.

"Nunca me ocorreu que poderia ganhar a vida cantando", disse Song. O pai o ensinou a cantar nos campos de um povoado pobre na província central de Anhui.

A história de Song tornou-se símbolo do sucesso para 200 milhões de trabalhadores migrantes que abandonaram sua terra natal rumo à vida nas cidades grandes e cujos interesses culturais não foram atendidos durante anos.

"Esses agricultores reclamam cada vez mais da falta de eventos culturais e desafios intelectuais", indicou um representante da Assembleia Popular Nacional, principal órgão legislativo da China.

Felizmente, depois de anos de esforços e da implementação de um sistema de seguro e de registro residencial para os trabalhadores migrantes, a China tornou-se capaz de garantir que a população de baixa renda também tenha acesso à cultura.

A China cumpriu, por exemplo, a meta de estabelecer uma biblioteca e um centro cultural em cada um dos distritos do país em 2002, segundo estatísticas do Ministério da Cultura.

Também foram lançadas iniciativas para oferecer a agricultores a oportunidade de ganhar a vida como artistas.

Na noite de gala do Festival da Primavera de 2011, transmitida na véspera do último Ano Novo Lunar chinês, um dueto de cantores camponeses, um músico que era guia de rua e uma grupo de dança formado por trabalhadores migrantes, conseguiram a fama de um dia para o outro.

De acordo com Zhang Yiwu, professor de prestígio da Universidade de Peking, os esforços do governo chinês para demonstrar os êxitos culturais de pessoas de baixa renda não somente ajudam a lidar com diferentes interesses culturais, mas também permitem que esses grupos criem sua própria identidade.

por Xinhua

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