Pirataria praticada pelos EUA na Síria

Published: 2022-06-17 14:43:41
Share
Share this with Close
Messenger Messenger Pinterest LinkedIn

De acordo com reportagens recentes de vários veículos de comunicação, tropas estadunidenses estacionadas ilegalmente na Síria saquearam recursos petrolíferos locais e os contrabandearam para fora do país, com fins lucrativos. O ministro sírio do Petróleo e Recursos Minerais condenou o roubo dos EUA e o classificou como pirataria.

A guerra travada em 2015 pelos Estados Unidos contra a Síria, em nome do “contraterrorismo”, provocou graves prejuízos humanitários ao país, além de terem cometido uma série de crimes. Em 2017, os militares estadunidenses lançaram o chamado "ataque aéreo mais preciso da história" contra a cidade síria de Raqqa, matando 1.600 civis. Em fevereiro de 2022, pelo menos 13 pessoas, incluindo seis crianças e quatro mulheres, foram mortas em um ataque militar dos EUA contra a província de Idlib.

Tropas estadunidenses ainda proibiram agricultores sírios de vender alimentos livremente, incendiaram grandes campos de trigo, assim como saquearam os bens e recursos da população local.

A chamada "ordem internacional baseada em regras" defendida pelos Estados Unidos é de fato uma hegemonia que coloca os interesses do governo estadunidense em primeiro lugar.

Tradução: Zhu Jing

Revisão: Diego Goulart

Share

Galeria de Fotos

Museu da Natureza de Chengdu é aberto ao público
Estudantes de Zhejiang aprendem a fazer lanternas
Nova estação ferroviária é construída em Zhengzhou
Agricultores plantam arroz híbrido em Yancheng
Exposição de produtos turísticos criativos é realizada em Nanjing
Livraria de Chongqing atrai visitantes

Notícias

China lança terceiro porta-aviões
Ministro russo do Desenvolvimento Econômico: Rússia não vai sair da OMC
Presidente ucraniano reúne-se com líderes da Alemanha, França e Itália
O efeito bumerangue da política econômica dos EUA
Beneficiar melhor os povos da China e da Sérvia com cooperações bilaterais
Construção do Cinturão e Rota é aspiração comum do povo

Our Privacy Statement & Cookie Policy

By continuing to browse our site you agree to our use of cookies, revised Privacy Policy and Terms of Use. You can change your cookie settings through your browser.
I agree