Associações sociais da China desvendam hipocrisia dos ocidentais sobre direitos humanos

Fonte: CRI Published: 2021-07-15 20:58:36
Share
Share this with Close
Messenger Messenger Pinterest LinkedIn

Durante a 47ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, realizada nos dias 21 de junho e 14 de julho em Genebra, as associações sociais da China, inclusive a Rede de ONGs da China para Intercâmbios Internacionais (CNIE) e Fundação para Desenvolvimento dos Direitos Humanos da China, participaram das discussões online para apresentar os conceitos chineses em respeito aos direitos humanos e os progressos alcançados no país nessa área, refutando as mentiras maliciosas contra China e criticando os abusos de direitos humanos nos Estados Unidos.

No debate focado no enfrentamento a pandemia da Covid-19, o representante da Fundação chinesa de Eliminação da Pobreza, Wu Peng, lembrou que a pandemia já deixou 100 milhões de pessoas do mundo em pobreza extrema. Ao dar apoio no combate à Covid no próprio país, a Fundação ofereceu cestas básicas aos parceiros, em países como Mianmar, Nepal, Paquistão, Etiópia, Namíbia e Uganda, o que mostra o conceito chinês de priorizar a vida e saúde do povo.

Quanto ao tópico da união internacional, o representante da Fundação para Desenvolvimento dos Direitos Humanos da China, Yang Fuchao, apresentou o fornecimento de vacinas chinesas a outros país. Já alguns países ignoram o direito básico de vida e segue o nacionalismo na questão de vacinas, prejudicando a colaboração internacional da imunização.

A jovem representante de Hong Kong, Chan Wing-yan, recordou as acusações infundadas do G7 sobre implementação da Lei de Segurança na região. No discurso, ela compartilhou os sentimentos reais dos demais cidadãos de Hong Kong, que aplaudiram a Lei de Segurança para combater os crimes e violências. “Os países do G7 não devem continuar mergulhados no sonho de controlar as regras internacionais,” referiu Chan, salientando que “as alianças xenófobas são inúteis para a união mundial”.

No que diz respeito ao trabalho forçado, um trabalhador vindo de Xinjiang, Yusupujiang Yasenjiang, citou a própria experiência de sair da pobreza, rebatendo os rumores. Em 2017, ele foi trabalhar numa fábrica na província de Jiangxi com contrato formal, e a empresa forneceu todos os direitos sociais. “Os colegas podem ir às mesquitas para fazer adorações livremente”, lembrou ele, que destacou: “Nunca vi os chamados trabalhos forçados”.

Tradução: Isabel Shi

Revisão:Thiago Raposo

Share

Mais Populares

Galeria de Fotos

Cantinas oferecem almoço gratuitos a idosos
Vista de campo de arroz em Jiangxi
Paisagem noturna de cidade de Ya'an
Pessoas experimentam a escavação de “tesouros antigos” em um centro comercial
Pessoas se refrescam durante termo solar "Xiaoshu"
Conheça um artista que faz esculturas com massa de farinha

Notícias

EUA: manipulador de opinião pública e instigador de ódio
Comentário: o “primeiro lugar” sem limite
Mais de 90 países prometem apoio à posição chinesa em Conselho de Direitos Humanos da ONU
Visão: Qual o papel do “ranking da Bloomberg” na pandemia?
Parte continental da China registra 5 novos casos de COVID-19 transmitidos localmente no dia 14
Wang Yi discursa sobre implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável