Comentário: Pompeo abala base da relação China-EUA

Published: 2020-09-10 21:48:27
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“A China pode enviar 100 mil pessoas para estudar nos EUA”, disse o então presidente norte-americano, Jimmy Carter, em julho de 1978.

“Esperamos fechar todos os Institutos Confúcio nos EUA até o final deste ano”, o atual secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, afirmou em setembro de 2020 ao falar sobre os intercâmbios culturais entre a China e os EUA.

Hoje em dia, os intercâmbios culturais e interpessoais sino-norte-americanos, que são considerados a base para as relações entre os dois países, estão enfrentando uma situação muito difícil. Os líderes norte-americanos posteriores a Jimmy Carter jamais tiveram uma visão estratégica como ele.

Sob a manipulação para fins particulares desses políticos norte-americanos, estudantes chineses nos EUA vêm sofrendo assédios e os intercâmbios bilaterais no setor educativo estão enfrentando interferências. Mais de mil estudantes e pesquisadores chineses nos EUA tiveram seus vistos cancelados sem motivo justo.

Essas ações viciosas mostram que os políticos norte-americanos estão sacrificando os interesses nacionais pelos seus próprios fins políticos e essas condutas já prejudicaram severamente as relações sino-norte-americanas.

Afetado pela epidemia do COVID-19, queda da economia e protestos antidiscriminação racial, o governo norte-americano está passando por dificuldades enormes. As críticas de Pompeo contra a China têm como objetivo incitar sentimentos populistas para transferir conflitos e influenciar as eleições presidenciais no país.

Assim como as trocas econômicas e comerciais, a essência das trocas culturais entre a China e os EUA é o benefício mútuo. Da diplomacia do pingue-pongue aos pandas gigantes profundamente amados pelo povo americano, nos 41 anos desde o estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, o intercâmbio cultural e interpessoal desempenhou um papel importante na melhoria da compreensão entre os dois povos e na promoção do desenvolvimento das relações sino-americanas.

Por um lado, impedir os estudantes chineses de irem aos Estados Unidos não só fará com que as universidades americanas percam uma receita objetiva, mas também causará graves danos à inovação tecnológica norte-americana. Por outro, os métodos desonestos e o comportamento de mudança de atitude dos políticos norte-americanos humilharam a imagem dos Estados Unidos, até então conhecido por sua abertura, tolerância e diversidade.

É triste que o fluxo de amizade entre o povo chinês e norte-americano esteja sendo cruelmente reprimido por Pompeo e seus semelhantes, que mantêm uma mentalidade de Guerra Fria. Eles vão contra a vontade dos dois povos por seus próprios interesses egoístas e se movem contra a corrente, o que custará um alto preço aos próprios Estados Unidos.

Tradução: Paula Chen

Revisão: Erasto Santos Cruz

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