​Comentário: Discriminação racial, pesadelo dos EUA

Fonte: CRI Published: 2020-08-31 21:27:55
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Consecutivas manifestações contra a discriminação racial foram registradas recentemente nos EUA. Em comemoração ao 57º aniversário do famoso discurso proferido por Martin Luther King, “Eu tenho um sonho”, em Washington, o filho de Martin Luther King reconheceu que os EUA não se tornaram o sonho que seu pai esperava, mas sim um pesadelo.

Em agosto de 1963, Martin Luther King discursou em frente ao Memorial Lincoln, desejando “um dia meus quatro filhos viverão em um país onde as pessoas não serão julgadas pela cor da sua pele, mas pelo seu caráter”. Depois de 57 anos, a discriminação racial não foi refreada, e se deteriorou ainda mais.

A escravidão foi levada à América do Norte entre os séculos XVI e XVIII. Em 1861, havia 4 milhões de escravos nos EUA.

Mesmo que o Apartheid tenha sido gradualmente abolido em meados do século XX, as relações raciais nos EUA não melhoraram devido à estrutura política, ideologia e tradições históricas. A partir de 2016, a supremacia branca começa a mostrar uma tendência de ressurgimento.

Neste contexto, a discriminação tem sido mais destacada no setor jurídico. Os direitos humanos das minorias étnicas nos EUA foram desrespeitados.

O surto da pandemia agravou ainda mais essa desigualdade entre diferentes etnias, causando a piora das relações étnicas e mais crimes de ódio. Segundo uma sondagem feita pelo Centro de Pesquisa Pew, 80% dos entrevistados nos EUA consideram que seu país está mais separado agora do que antes da pandemia. Obviamente, a falta de medidas tomadas por Washington é um fator importante nessa separação.

A igualdade perante a lei é um princípio básico da Carta Internacional dos Direitos Humanos. Os políticos norte-americanos se autodenominam "defensores dos direitos humanos", mas não têm intenção ou capacidade de resolver os graves problemas de discriminação racial em seu país. Isso não apenas expõe suas falhas estruturais institucionais, mas também destaca a natureza hipócrita dos "direitos humanos americanos".

Tradução: Xia Ren

Revisão: Gabriela Nascimento

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