Comentário: sanções dos EUA contra funcionários de Hong Kong são inúteis

Published: 2020-08-09 18:15:45
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O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos declarou no dia 7 sanções contra vários funcionários da Região Administrativa Especial de Hong Kong e funcionários do governo chinês que trabalham na região. Trata-se de mais uma intriga de políticos norte-americanos para tentar impedir o desenvolvimento da China e interferir nos assuntos internos chineses. Mas será inútil.

Perante as sanções de congelamento de bens e proibição de negócios, a chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, já deu uma resposta forte para Washington, dizendo que não possui bens nos EUA e nem pretende ir ao país. No dia 8, ela estimulou os colegas sancionados pelos EUA para não temer qualquer ameaça.

No mesmo dia, o diretor do Gabinete de Ligação do Governo Central da China em Hong Kong, Luo Huining, também declarou que não possui nenhuma moeda de bens no exterior, por isso, tais sanções contra ele são totalmente inúteis. Ainda disse ironicamente que pode enviar cem dólares ao presidente Trump para realizar o chamado congelamento.

De fato, quem fica na lista de sanções dos EUA são aqueles que contribuíram com os 7,5 milhões de habitantes de Hong Kong e 1,4 bilhão de chineses.

O caos ocorrido no ano passado em Hong Kong destacou mais uma vez a falha legislativa sobre a segurança nacional na região. Por isso, o governo chinês elaborou a Lei sobre Salvaguarda da Segurança Nacional em Hong Kong para tapar as lacunas legais em Hong Kong e garantir a estabilidade local a longo prazo. Milhões de cidadãos de Hong Kong deram suas assinaturas voluntariamente para manifestar apoio à nova lei e muitos habitantes locais já sentiram a mudança do ambiente social depois da aplicação da lei. Eles têm agora plena confiança sobre a retomada da prosperidade na região.

Os EUA têm mais de 20 leis concernentes à segurança nacional, mas não permitem que a China elabore o mesmo regulamento. Isso é claramente uma aplicação de padrões duplos.

No entanto, as condutas dos políticos norte-americanos não assustarão o povo chinês, nem conseguirão apoio da comunidade internacional. Eles têm uma visão muito curta e ignoram os interesses das 1.300 empresas norte-americanas que funcionam em Hong Kong. Tais sanções não significam nada para os funcionários chineses e só deixaram as relações sino-norte-americanas numa situação muito perigosa.

Tradução: Luís Zhao

Revisão: Erasto Santos Cruz

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