Comentário: China é capaz de digerir impacto do atrito comercial

Fonte: CRI Published: 2019-08-29 19:32:16
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Diante da contramedida adotada forçadamente pela China, alguns políticos norte-americanos ameaçaram aumentar as taxas sobre as exportações chinesas em US$ 550 bilhões na tentativa de pressionar até o limite. Trata-se obviamente de um julgamento errado a respeito da determinação de capacidade do governo chinês de defender os interesses fundamentais do seu povo. Beijing é capaz de dissolver os impactos desfavoráveis do atrito comercial.

Ao longo do ano, a China viu-se obrigada a tomar três rodadas de contramedidas em resposta à escalada da disputa comercial provocada pelos Estados Unidos, sendo uma ação necessária para proteger seus próprios interesses justos e salvaguardar o sistema do comércio mundial multilateral. O país tem assinalado que ninguém sai vencedor de um confronto comercial.

A comunidade internacional manifesta apoio à posição chinesa na disputa comercial. Como apontou o ex-diretor do Departamento de Política Econômica e Comercial de Londres, John Ross, as contramedidas da China são indispensáveis e obrigatórias frente à imposição infundada de tarifas pelos Estados Unidos.

Porém, Washington parece se iludir que China irá ceder. Toda vez que impôs tarifas adicionais, não conseguiu obter o resultado que imaginava. A parte chinesa, por sua vez, mostra racionalidade e contenção nas contramedidas tarifárias.

Os norte-americanos, que perdem em utilizar bullying comercial, devem entender agora que as repostas do governo chinês não ficam apenas no papel, mas são ações verdadeiras. As intimidações da Casa Branca se tornam inválidas para China.

Na realidade, o potencial e a flexibilidade do desenvolvimento econômico constituem a base sólida da nação chinesa para contra-atacar os truques de Washington. Por um lado, o país possui um gigante mercado de consumo e a demanda interna é suficiente para suportá-lo. Por outro lado, a China tem impulsionado energeticamente a estratégia de desenvolvimento regional equilibrado. As zonas remotas demonstram muita vitalidade de alavancar ainda mais o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto).

Ao mesmo tempo, o governo chinês ajusta as estratégicas de comércio externo, com mais exportações destinadas para os mercados emergentes. Por exemplo, os países participantes da iniciativa Cinturão e Rota já representam 27,4% do comércio externo da China, aumentando 2,4 pontos percentuais da sua cotação em cinco anos. Já as empresas norte-americanas também declararam que é impossível se retirarem do mercado chinês e procurar uma alternativa aos produtos chineses.

Em longo prazo, a reforma e abertura proporcionam à China o motor constante para promover o desenvolvimento de alta qualidade. A melhor prova da dinâmica economia chinesa reside no aumento de 7,3% do investimento estrangeiro direto registrado nos primeiros sete meses deste ano.

Uma sugestão para os políticos norte-americanos: mantenham-se racionais e não atrapalhem mais as regras básicas do comércio global. A China continua disposta a resolver as questões comerciais por meio de consultas e cooperações.

Tradução: Isabel Shi

Revisão: Diego Goulart

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