Comentário: China trata bullying comercial de forma calma e racional

Fonte: CRI Published: 2019-08-26 19:49:21
Comment
Share
Share this with Close
Messenger Messenger Pinterest LinkedIn

Diante da imposição estadunidense de 10% de tarifa adicional às exportações chinesas no valor de US$300 bilhões, o governo chinês foi forçado a tomar contramedidas, o que leva a novas acusações de alguns políticos norte-americanos. Eles ameaçam aumentar as taxas sobre produtos chineses em US$ 550 bilhões na tentativa de fazer truque do limite de pressão.

O comportamento dos norte-americanos reflete vividamente a lógica hegemônica de Washington de não permitir que os parceiros comerciais imponham tarifas como eles. No entanto, a China não tolerará mais esses atos irracionais e, ao mesmo tempo, responderá com calma e racionalidade.

Como todos sabem, a causa da disputa comercial foi a supertaxação anunciada unilateralmente pelos Estados Unidos contra as exportações chinesas. Ao longo deste ano, a Casa Branca tem quebrado os compromissos feitos na consulta comercial com a China e ampliado constantemente a imposição de tarifas. As ações estadunidenses fazem com que a China reaja de acordo com as leis e regulamentos e também em conformidade com os princípios da Lei Internacional, sendo uma reposta necessária e justa para qualquer país soberano na defesa de seus direitos e interesses. A reação da China é justificável e reconhecida pela comunidade internacional.

Porém, algumas figuras do governo norte-americano sentem-se desafiadas. Para eles, os Estados Unidos são a única superpotência do mundo e podem “intimidar quem quiserem” sem nenhuma resistência. Esse tipo de pensamento hegemônico caracterizado com unilateralismo e protecionismo constitui o extremo desprezo e destruição deliberada ao direito e à ordem internacional.

Nos dias de hoje, o mundo não acredita na “lei da selva”. O multilateralismo e cooperação de benefício mútuo são tendência mundial irreversível e inquestionável. Neste contexto, até mesmo vários aliados dos Estados Unidos começam a ir ao lado oposto do confronto comercial.

Como por exemplo, a Índia anunciou retirar dos Estados Unidos o tratamento geral de preferências e impôs tarifas sobre 28 produtos norte-americanos a partir de junho. Já a comissária para comércio da União Europeia, Cecilia Malmstrom, afirmou também que o bloco iria tributar as exportações norte-americanas no montante de 35 bilhões de euros caso a Casa Branca aumentasse as taxas contra veículos e peças automotivas da Europa.

Durante a cúpula do G7 realizada na última semana, o presidente francês, Emmanuel Macron, expressou insatisfação ao governo de Donald Trump, apontando que tomará medidas para aliviar a atual tensão comercial e evitar esta disputa onipresente. O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, por sua vez, alertou eventual recessão da economia mundial provocada pela escalada da tensão comercial entre Estados Unidos com outros países.

Os políticos norte-americanos sonhadores na hegemonia devem acordar agora! A história e a realidade darão uma boa aula e conscientizarão a eles de que os truques de pressão não funcionaram com a China no passado nem funcionam agora e não vão funcionar no futuro.

A China possui gigantesca dimensão econômica, enorme potencial de demanda interna e a reforma e abertura proporcionam também ao país um futuro promissor e força para resistir aos riscos externos. A postura chinesa tem sido clara: não quer uma disputa comercial, mas não a teme e, se necessário, lutará com força.

Tradução: Isabel Shi

Revisão: Diego Goulart


Share

Mais Populares

Galeria de Fotos

Pinturas trimensionais em muros fazem da aldeia um resort turístico
Feira de Animais de Estimação da Ásia abre ao público em Shanghai
Turistas visitam o Parque Ecológico Nacional Shanwangping em Chongqing
Balé Nacional da China vai apresentar novo espetáculo em Beijing
Artistas folclóricos apresentou a Ópera Tibetana
Paisagem da Montanha Jinfo em Chongqing

Notícias

Comentário: China trata bullying comercial de forma calma e racional
Acidente em via expressa deixa 7 mortos e 11 feridos no sul da China
Chefe do Executivo de Macau reúne-se com seu sucessor
​Comentário: China mostra racionalidade e contenção nas contramedidas tarifárias
Exibição de Boutique Cultural de Fujian aberta no Brasil
Lojas de conveniência expandem-se cada vez mais na China