Dois documentos de consenso são anunciados no Fórum de Cooperação China-África

Fonte: CRI Published: 2018-09-05 18:15:55
Comment
Share
Share this with Close
Messenger Messenger Pinterest LinkedIn

A Cúpula de Beijing do Fórum de Cooperação China-África foi encerrada nesta terça-feira (4), em Beijing. Foram anunciados no encontro dois documentos – a Declaração de Beijing e o Plano de Ação de Beijing. Trata-se de consensos entre a China e o continente relativos às questões essenciais do mundo atual. Ao mesmo tempo, os documentos demonstram a firme vontade entre os dois lados para implementar as Oito Ações, melhorar a qualidade e aumentar a eficiência das cooperações bilaterais, além de construir uma comunidade de destino China-África. O presidente chinês, Xi Jinping, afirmou que a cúpula abriu uma página histórica para as relações bilaterais, estabelecendo um novo monumento para a Cooperação Sul-Sul.

Xi Jinping e o presidente da África do Sul, Matamela Ramaphosa, presidiram a mesa redonda de líderes. Os dois documentos foram aprovados na ocasião. Após as reuniões, Xi Jinping, Ramaphosa e o presidente do Senegal – próximo país da presidência conjunta do fórum, Macky Sall, receberam os jornalistas. O líder chinês lembrou que esta cúpula tem como tema “Cooperação e ganhos compartilhados, construir uma comunidade de destino China-África mais estreita”. Ela visa planejar o desenvolvimento das relações sino-africanas, assim como traçar o futuro das colaborações bilaterais.

“Na cúpula foi anunciada a Declaração para a Construção de uma Comunidade de Destino China-África Mais Estreita. O documento resumiu os consensos sobre as questões regionais e internacionais na atualidade. Desta maneira, emitimos sinais ao mundo de um avanço de mãos dadas entre a China e a África. Os participantes aprovaram, ainda, o Fórum de Cooperação China-África – o Plano de Ação de Beijing (2019-2021). Pelo documento, definimos que, nos próximos três anos, os dois lados reforçarão as colaborações em diferentes áreas, tendo como prioridade a implementação das Oito Ações.”

Xi Jinping afirmou que o mundo de hoje está atravessando grandes mudanças sem precedentes nos últimos cem anos. A multipolarização e a globalização econômica se aprofundaram. Os destinos dos povos dos países do mundo nunca estiveram tão estreitamente interligados como estão hoje. Entretanto, o mundo está enfrentando crescentes instabilidades e incertezas, enquanto o ser humano encara muitos desafios comuns. Segundo o presidente, neste contexto, a China e a África concordaram em construir uma comunidade de destino mais estreita.

“Estamos dispostos a construir, de mãos dadas, uma comunidade de destino China-África de responsabilidades partilhadas, de cooperação e ganhos compartilhados, de felicidade partilhada, de prosperidade comum das culturas, de segurança comum e de convivência harmoniosa. Os dois lados aspiram fortalecer a coordenação entre as estratégias e políticas, a fim de estimular a construção China-África da iniciativa Cinturão e Rota. Além disso, as duas partes vão trabalhar em uma sinergia entre a construção do Cinturão e Rota, a Agenda 2063 da União Africana, a Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável, assim como as estratégias de desenvolvimento dos países africanos.”

Tradução: Joaquina Hou

Revisão: Diego Goulart

Share

Mais Populares

Galeria de Fotos

Museu Nacional exibe 120 relíquias culturais de Shaanxi
Cenário noturno na rua Xibu de cidade Zhangjiajie, na província de Hunan
Banco Popular da China emite moedas comemorativas do trem-bala
Fotos aéreas do Museu Nacional do Brasil após o incêndio
Exibição de fotografias “África a Cores” apresentada no centro de imprensa do FOCAC
Museu Nacional da China inaugura galeria sobre mudanças do país nos últimos 40 anos

Notícias

Dois documentos de consenso são anunciados no Fórum de Cooperação China-África
Incêndio destrói 20 milhões de itens do Museu Nacional do Brasil
Cooperações entre a China e os países africanos de Língua Portuguesa estimulam o desenvolvimento local
Primeira dama chinesa participa da reunião sino-africana de luta contra AIDS
Ministro angolano das Finanças quer mais investimentos da China em seu país
FDCA: tecnologia da Internet atualiza indústria tradicional China-África