​Comentário: Difamação de países ocidentais contra Hong Kong não faz sentido

Fonte: CRI Published: 2021-12-21 21:24:33
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Seguindo a “Aliança dos Cinco Olhos”, o G7 criticou arbitrariamente nessa segunda-feira (20) as eleições do 7o Conselho Legislativo da Região Administrativa Especial de Hong Kong (RAEHK) da China em uma chamada “declaração conjunta de chanceleres” e se queixou de uma “violação” dos fatores democráticos em Hong Kong.

Nos Estados Unidos, o Departamento de Estado submeteu o chamado “Relatório de Autonomia de Hong Kong” ao Congresso, e o Departamento do Tesouro impôs novamente “sanções” a cinco funcionários chineses.

De fato, essa difamação de alguns países do Ocidente soa como ironia, e os povos do mundo já estão cansados desse comportamento. Todo o mundo já testemunhou o sucesso das eleições da legislatura de Hong Kong, e as críticas do G7 não fazem nenhum sentido.

A “governança por patriotas” é uma ética política básica universalmente aceita. “Hong Kong governado por patriotas” segue o princípio de “um país, dois sistemas”. Nas eleições do Conselho Legislativo de Hong Kong, os candidatos inscritos vêm de diferentes setores e classes da sociedade.

A democracia não é um enfeite, mas sim um instrumento para resolver os problemas que o povo enfrenta. Como o grupo de países mais desenvolvidos do mundo, o G7 certamente compreenderá o que significa um ambiente seguro e estável para a prosperidade e o desenvolvimento de Hong Kong e a proteção dos direitos de seus cidadãos. Quando o Capitólio dos Estados Unidos foi invadido, em janeiro deste ano, depois que os resultados das eleições foram publicados, nenhum político norte-americano comparou o episódio a “uma bela paisagem”. Em vez disso, a invasão foi denunciada como um motim.

É óbvio que a “Aliança dos Cinco Olhos” e o G7, com as suas sanções, não podem assustar o povo chinês, minar a prosperidade e estabilidade de Hong Kong ou impedir o desenvolvimento da China. A atuação apenas mostrou ao mundo seu verdadeiro rosto antidemocrático e sua intenção maligna de tornar Hong Kong instável.

tradução: Shi Liang

revisão: Patrícia Comunello

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