Comentário: Novas sanções dos EUA contra funcionários chineses são ridículas

Published: 2021-03-17 20:13:42
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O Departamento de Estado norte-americano declarou no dia 16 sanções contra alguns funcionários chineses com o pretexto de “diminuir a autonomia de Hong Kong”. Isso é mais uma interferência violenta nos assuntos internos da China e novamente será destinado ao fracasso.

Em julho do ano passado, os EUA aprovaram a Lei sobre a Autonomia de Hong Kong e aplicaram sanções contra a China. No entanto, tais sanções não funcionaram. A chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, não se preocupou com isso. O diretor do Gabinete de Ligação do Governo Central em Hong Kong, Luo Huining, disse que ele não tem nem uma moeda se quer no estrangeiro, por isso, se os EUA quiserem congelar seus bens fora da China, ele ainda precisará dar 100 dólares ao governo norte-americano.

Mais uma vez as sanções norte-americanas não passam de uma piada. O vice-diretor permanente do Gabinete dos Assuntos de Hong Kong e Macau do Conselho de Estado da China, Zhang Xiaoming, disse que ele e seus colegas se sentiram muito honrados por serem colocados na lista de sanções dos EUA.

Além disso, as razões dessas sanções são completamente infundadas. Desde o retorno de Hong Kong à pátria em 1997, a região sempre aplicou uma autonomia de alto nível. A Assembleia Popular Nacional da China acabou de tomar a decisão de aperfeiçoar o sistema eleitoral da região com o fim garantir a governança do governo central e respeitar a autonomia de Hong Kong.

A China aplica o modelo “Um País, Dois Sistemas”. Mas, vale ressaltar que “Um País” é o pré-requisito de “Dois Sistemas”, ou seja, a soberania e a integração territorial do país são mais importantes. Em qualquer país soberano os sistemas eleitorais locais são decididos pelo governo central. Por isso, o aperfeiçoamento do sistema eleitoral em Hong Kong não significa o enfraquecimento da autonomia da região.

A parte chinesa já sublinhou muitas vezes que as questões de Taiwan, Hong Kong e Xinjiang são assuntos internos do país. Os EUA precisam respeitar os interesses fundamentais da China. Esta nova decisão do Departamento de Estado norte-americano não favorece a retomada da normalidade das relações bilaterais.

Tradução: Luís Zhao

Revisão: Erasto Santos Cruz

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