​Comentário: Uma visão correta sobre a China é a chave para a transformação das relações sino-americanas

Fonte: CRI Published: 2021-02-02 21:28:51
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Ao fazermos uma retrospectiva sobre as relações sino-americanas nos últimos quatro anos, há um fato inegável: as relações sino-americanas sofreram muito, pois alguns políticos americanos consideraram a China um competidor estratégico e cometeram erros direcionais em sua política em relação à parte chinesa, situação que também prejudicou gravemente a paz e a estabilidade mundiais.

Uma visão correta sobre a China é obviamente um pré-requisito para o novo governo dos Estados Unidos construir uma política objetiva e calma em relação ao país asiático, e também é a chave para uma reviravolta nas relações sino-americanas.

No dia 2, Yang Jiechi, membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCCh) e diretor do Escritório da Comissão de Relações Exteriores do Comitê Central do PCCh, durante um diálogo com o Comitê Nacional sobre Relações EUA-China por vídeo chamada, apresentou uma série de sugestões pertinentes para impulsionar as relações sino-americanas de volta aos trilhos. A primeira delas é esperar que os EUA superem o pensamento retrógrado do jogo de soma zero entre grandes potências, tenham uma compreensão correta da China e um entendimento firme da direção correta das relações sino-americanas junto com a parte chinesa.

Esta é a última declaração feita pela China sobre as relações bilaterais desde que o presidente chinês, Xi Jinping, expressou seu desejo de promover o desenvolvimento saudável e estável das relações sino-americanas em novembro do ano passado, mostrando a vontade de viver em paz com os EUA.

A China está disposta a conviver em paz e a cooperar com os EUA num ambiente em que todos ganham, e continuará a defender firmemente sua soberania nacional, segurança e interesses de desenvolvimento. Esse é o caminho certo para o novo governo dos Estados Unidos entender a China.

O Dr. Kissinger, conhecido como uma “testemunha das relações sino-americanas”, disse uma vez que discorda da opinião de que a China é um adversário. Ele acredita que a cooperação reforçada entre os dois lados conduz a lidar com as complexas questões que o mundo enfrenta hoje, e concorda que as duas partes devem gerir adequadamente as diferenças através do diálogo. Na verdade, “focar a cooperação e administrar as diferenças” devem se tornar uma referência importante para o novo governo dos Estados Unidos formular sua política para com a China.

Nas atuais circunstâncias, China e Estados Unidos têm amplo espaço para cooperação nas áreas de combate à pandemia, recuperação econômica e mudanças climáticas. O primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong, acredita que “as relações China-EUA estão relacionadas aos interesses globais”. O novo governo dos EUA deve remover os “obstáculos” que impedem as trocas entre a China e os Estados Unidos o mais rápido possível e trabalhar com a China para colocar as relações bilaterais de volta aos trilhos. A história provará mais uma vez que a cooperação sino-americana é a tendência geral e o que o povo deseja.

Tradução: Xia Ren

Revisão: Gabriela Nascimento

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