Comentário: Difamação à China pelos EUA através da questão do Tibete não tem saída

Fonte: CRI Published: 2021-01-05 14:21:31
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Os Estados Unidos aprovaram recentemente a Lei de Política e Apoio ao Tibete para 2020. Neste contexto, certos políticos estadunidenses usaram os direitos humanos como pretexto para difamar o desenvolvimento social tibetano e as políticas étnicas e religiosas da China. Eles interferiram na ordem normal da reencarnação de Budas vivos, do Budismo Tibetano, tentando prejudicar a estabilidade e prosperidade da região e, assim, criar problemas para o próximo governo dos EUA.

A questão do Tibete nunca envolveu etnia, religião e direitos humanos, mas é um grande assunto de princípio relacionado com a soberania e integridade territorial da China. O chamado projeto de lei do Tibete aprovado pelos EUA constitui uma intervenção severa nos assuntos internos da China, violando o Direito Internacional e as normas básicas das relações internacionais. Esse documento é apenas um pedaço de papel e não tem qualquer efeito jurídico.

Na China, o sistema de reencarnação do Buda vivo já formou um ritual rigoroso de religião e uma customização histórica após centenas de anos de desenvolvimento e evolução. Analistas ponderam que os assuntos da reencarnação do Buda vivo se referem à soberania chinesa, autoridade do governo, princípio religioso e sentimentos de crentes. Não é de forma alguma “o único poder legal” de reencarnado reivindicado por algumas pessoas com más intenções. As afirmações infundadas dos políticos estadunidenses nesta questão violam a história e os costumes religiosos, e receberão obviamente uma oposição firme de todo o povo chinês, incluindo os compatriotas tibetanos.

Desde a aplicação da reforma democrática em 1959, milhões de servos do Tibete saíram da servidão e começaram a desfrutar de uma vida feliz. Eles gozam de direitos de participar da governança do Estado e gerenciar de forma independente os assuntos da região. Atualmente, o Tibete já entrou na melhor fase de desenvolvimento na história graças ao apoio do governo central. O PIB da região tem mantido um crescimento de dois dígitos por mais de 20 anos consecutivos. O número da população aumentou de 1,228 milhão, em 1959, para 3,438 milhões, em 2018, dos quais os tibetanos representam mais de 90% do total. A expectativa média de vida aumentou para 70,6 anos. Em 2020, todos os distritos pobres do Tibete saíram da miséria.

A comunidade internacional também reconheceu os êxitos de desenvolvimento do Tibete nos últimos anos. O diretor do documentário estadunidense “Tibet: The Truth”, Chris D. Nebe, afirmou que o Tibete atual obteve conquistas obvias nas áreas econômica, vida da população, infraestruturas e educação. As atividades culturais e religiosas também são muito respeitadas e protegidas. O estudioso brasileiro e jornalista da Rádio Senado, Floriano Filho, declarou que o Tibete já se livrou do atraso do passado e se tornou uma região essencial da China para desenvolver a cooperação com o sul asiático.

tradução: Zhao Yan

edição: Diego Goulart

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