Comentário: Conspiração para perturbar Hong Kong está destinada ao fracasso

Published: 2020-06-30 20:17:34
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No dia 29 de junho, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, anunciou que suspenderá a exportação de equipamentos de defesa a Hong Kong a partir dessa data, e imporá as mesmas restrições da parte continental da China sobre a exportação de tecnologias militar-civis a Hong Kong. Com a publicação da Lei de Defesa da Segurança Nacional de Hong Kong, Pompeo revelou suas verdadeiras intenções, que são obstruir o desenvolvimento de Hong Kong por meio de sanções, e, posteriormente, atrapalhar o desenvolvimento da China.

Desde junho do ano passado, a violência em Hong Kong, planejada e incitada pelas forças estrangeiras, tem acentuado constantemente, ameaçando gravemente a estabilidade e a prosperidade de Hong Kong, assim como a segurança nacional da China. Perante a crise, resolver a questão por meio da legislação é uma responsabilidade inevitável de um Estado de Direito.

Cada vez mais fatos demonstram que os EUA são o maior apoiador das manifestações violentas em Hong Kong. Segundo a imprensa, entre 1995 e 2015, o Fundo Nacional para a Democracia dos EUA financiou os opositores de Hong Kong com um valor de US$ 3,95 milhões. Somente em 2019, o valor foi de US$ 643 mil.

A chefe do Executivo do Governo da Região Administrativa Especial de Hong Kong, Carrie Lam Cheng Yuet-ngor, respondeu no dia 30 que Hong Kong será muito pouco afetado pelas sanções estadunidenses, considerando a existência de muitos produtos substitutos dos setores mencionados por Washington e os fatos de que Hong Kong importou pouquíssimas tecnologias avançadas dos EUA no passado.

As sanções projetadas por Pompeo estão sendo esmagadas pela forte opinião pública. Até às 11 horas do dia 30, 1,55 milhão de cidadãos de Hong Kong manifestaram apoio na internet à Lei de Defesa da Segurança Nacional de Hong Kong. E o índice de gerente de compras de Hong Kong cresceu, batendo recorde nos últimos quatro meses.

O futuro de Hong Kong está estreitamente ligado à parte continental da China e não será transformado pela pressão vinda do exterior.

Tradução: Xia Ren

Revisão: Gabriela Nascimento

 

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