Joint-venture entre China e Espanha está com confiança no desenvolvimento no mercado chinês

Fonte: CRI Published: 2020-07-27 14:01:16
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A Iraeta Energy Equipment Co., Ltd (IRAETA), localizada em Jinan, cidade da província de Shandong, leste da China, é uma joint-venture entre China e Espanha. Impactada pela epidemia do novo coronavírus, a exportação da companhia caiu no primeiro semestre deste ano. Com o apoio das medidas adotadas pelos governos de diversos níveis da China para estabilizar o investimento estrangeiro e o comércio exterior, a produção da IRAETA foi rapidamente retomada, sob a premissa de garantir a prevenção e o controle epidêmico. Os líderes da empresa expressaram uma plena confiança na economia chinesa.

A IRAETA é uma das principais fornecedoras de equipamentos da energia eólica para a China e o mundo. No início da pandemia, a produção da companhia teve uma queda significativa. A exportação diminuiu cerca de 30% nos primeiros cinco meses. O diretor de operações da companhia, Ibón Lasa, disse que estava muito preocupado que a meta deste ano não seria alcançada.

“Desde o surto, temos mantido uma comunicação estreita com os parceiros chineses. Em fevereiro, estávamos bastante preocupados com a produção da fábrica na China. Quando a epidemia se espalhou pelo mundo, os responsáveis das fábricas no país e na Europa reforçaram a comunicação sobre a proteção aos trabalhadores e a redução do impacto do vírus na produção.”

Com o controle da epidemia na China, os governos de diversos níveis promulgaram várias medidas, facilitando a entrada e a operação do investimento no mercado chinês e promovendo o comércio entre a China e outros países. Para garantir a conclusão a tempo das encomendas internacionais, a IRAETA retomou o trabalho no final de janeiro com premissa de produção segura. O presidente da companhia, Niu Yugang, apresentou as medidas de prevenção da epidemia durante a produção.

“Desde o início da epidemia, formamos rapidamente uma equipe de resposta. Eu próprio assumi como chefe. Formulamos rigorosas medidas de prevenção e proteção, incluindo equipar os funcionários com máscaras, testar a temperatura corporal no trabalho, desinfetar o local de trabalho três vezes por dia, criar uma escala para as refeições, reduzir reuniões e manter estritamente uma distância social suficiente, entre outras."

A IRAETA reajustou a ordem da produção das encomendas, de acordo com o impacto da epidemia em diferentes regiões da China e do mundo. Apenas em um mês, logo que retomou a produção, a companhia concluiu a remessa de mais de 10 navios com equipamentos para projetos estrangeiros de energia eólica. Tamnbém produziu 13 mil toneladas de equipamentos para os projetos de energia eólica doméstica. Niu Yugang contou sua experiência.

“Nesse processo, governos de todos os níveis nos deram grande ajuda na coordenação de transporte e no fornecimento de materiais de prevenção epidêmica. Com o apoio governamental, no final de março, a produção já havia sido totalmente retomada. Agora, a venda da companhia aumentou 26% em relação ao mesmo período do ano passado.”

Segundo o diretor de operações da IRAETA, Ibón Lasa, graças à recuperação rápida do mercado de energia eólica da China, o desempenho geral da empresa alcançou um crescimento substancial.

“Atualmente, as nossas fábricas na Espanha também estão recuperando a produção. Por meio da coordenação entre as fábricas nos dois países, já somos capazes de fornecer produtos e serviços aos clientes em todo o mundo. Recentemente, acabamos de assinar dois projetos grandes. E vamos produzir 100 equipamentos para dois parques eólicos offshore do Reino Unido.”

Um diretor da IRAETA, Jon Riberas, disse que os valores da energia elétrica e do gás natural da cidade e da província onde se localiza a fábrica baixaram significativamente, e foram lançadas políticas preferenciais de imposto. Tudo isso desempenhou um papel muito positivo na redução de custo de operação e de produção das empresas e no enfrentamento do impacto da epidemia.

Jon Riberas tem plena confiança no desenvolvimento da empresa na China.

“Nos últimos 10 anos, construímos três fábricas. A dimensão da empresa foi bastante ampliada. E alcançamos um grande crescimento comercial. Sem dúvida, as contribuições dos parceiros chineses são gigantes. As equipes da China e da Espanha defendem o princípio de transparência, profissionalismo e de respeito mútuo, e avançam conjuntamente para a mesma meta, criando um grande sucesso entre joint-ventures dos dois países. No futuro, vou procurar novas oportunidades de investimento e expandir continuamente os mercados chinês e global. Creio que a China será um dos principais motores de crescimento econômico do mundo. Tenho plena confiança na economia chinesa.”

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