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Turismo doméstico-Um imenso mercado
2006-06-26 10:50:46    cri

O rápido desenvolvimento econômico na China mudou habitos e modos de vida do povo chinês. Com a elevação da receita e com a redução do expediente de 6 para 5 dias por semana em 1995, tornou-se cada dia mais crescente o número das pessoas que fazem turismo, razão pela qual a China passou a ter um auge de turismo doméstico.

Depois de entrar na década de 90, o turismo doméstico consititui a grande mudança no turismo chinês. Em 1997, o turismo nacional continuou crescendo, com 644 milhões pessoas /viagem; enquanto a receita do setor atingiu 211,27 bilhões de yuans (US$25,45 bilhões), cifra esta representando um crescimento de 28,95% em comparação com o de 1996.

Turistas domésticos ocupam 96% do total na China e sua receita ocupa 68%. Por isso, o turismo doméstico chinês ocupa um importante lugar na indústria turística do país.

Segundo analistas de economia, na China de hoje, entre habitantes urbanos, 34% já resolvem o problema de comer e vestir; 55% são abastados e 7% são muito ricos. Por isso, a maioria tem condições econômicas para viagens domésticas.

Cada dia mais famílias livraram-se da questão de comida e roupa, até possuir habitação muito melhor que antes e artigos eletrodomésticos. E está na hora de elevar a qualidade de vida e fazer viagens. O fim de semana de dois dias ajuda mais a incentivar tal tendência.

Segundo investigações, despesas de viagens turísticas ocupam 10% da renda famíliar, em Beijing; 11% em Shanghai. Os gastos diários nestas viagens percápita é de 200 yuans entre habitantes de Guangdong, 120 yuans, de Shanghai e Beijing.

Com o funcionamento da economia de mercado, mais pessoas fazem viagens turísticas, passam férias e participam de conferencias etc.. A nação chinesa nunca ficou tão animada como hoje.

Durante o processo de desenvolvimento econômico, sempre aparecem desequilíbrios entre regiões, o que leva muitos jovens a deixar sua terra natal e trabalhar em outras regiões. Esse fluxo formou um novo contingente de viagens.

Em certas regiões do Sul da China economicamente relativamente desenvolvidas, estão sendo adotadas medidas de gratificação, tal como viagens, a fim de estimular funcionários e trabalhadores.

O que merece mais atenção é que, entre os turistas chineses, 60% são do campo. Camponeses chineses que trabalharam em milênios com a lavoura incorporaram na onda de turismo de modo a formar um mercado de mais de 800 milhões de pessoas. Turistas rurais de certos distritos de Guangdong, mais desenvolvidos, viajam de avião e reservam hoteis de estrelas, quando vem a Beijing.

A maioria de chineses viajam agora para conhecer, mas também começa a fazer repousos de férias. Nos últimos anos, com o ritmo de trabalho acelerado e pressões psicológicas, chineses começam a procurar repouso e relaxamento em horas de folga, assim saindo da cidade de cimento concreto e lançando se à natureza.

Respeitar velhos e ajudar novos ainda é a tradição desenvolvida em famílias chinesas. Na sociedade, o número de aposentados é cada dia maior. Com subsídios de entidades onde eles trabalharam e com ajuda de filhos, os aposentados ingressam também na onde de turismo. Por outro lado, com a política de planejamento familiar de um casal, um filho, todos os pais investem generosamente na formação da criança, de modo que viagens de adolescentes também se popularizam cada vez mais, organizadas por escolas e organizações educativas, a fim de aumentar seus conhecimentos.

Segundo a previsão da Administração Nacional de Turismo da China, no ano 2000, o número de turistas domésticos chegará a 1 bilhão, e a conta de turismo interno chegará a 250 ou 260 bilhões de yuans (US$30,12 ou 31,33 bilhões).

Com a abertura, são captadas muitas informações exteriores, através de TV, jornais e todo o tipo de imprensa, bem como com notícias trazidas por amigos ou parentes que tiveram viajado para o exterior. É por isso que chineses estão dispostos a viajar para o exterior. O número de chineses de turismo internacional foi de 2,93 milhões em 1992, 3,74 milhões em 1993, 3,73 milhões em 1994, 4,71 milhões em 1995, 5,06 milhões em 1996 e 5,32 milhões em 1997. Países do Sudeste Asiático e da Oceania tomam a China como um mercado de clientela de grande potencial.

Mas, a cifra 5,32 milhões representa apenas 0,44% da população chinesa. Se ela atingir a 10 milhões alguns anos depois, não chegará ainda a 1% da população total. Isso significa que 99% dos chineses continuam em viagens internas. Foi por isso que foram construídos muitos pontos turísticos em todo o país, emprestando paisagens e panoramas de outros países.

Hoje, entre habitantes de Beijing que viajam para Tianjin, cidade vizinha a 120 quilometros a leste da Capital, 15% vão com carros próprios.

Dez anos atrás, comprar carro era ainda um sonho para chineses. Mas, hoje, é tema quente. Segundo estimativas, 6 milhões de famílias chinesas estão com capacidade de aquisição de carro, cifra que representa 2% do total. Mas, o número de carros particulares é apenas de 2 milhões. De acordo com previsão da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Planejamento da China, só no ano 2010, carros particulares entrarão potencialmente em famílias chinesas. Podemos prever que a popularização de carros particulares levará os chineses a mudar mais seu modo de vida. Beijingneses poderão viajar de carro de Beijing para Chengde e Beidaihe, enquanto shanghaineses poderão ir a Suzhou e Hangzhou em fins de semana.

 
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