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(GMT+08:00) 2006-06-20 11:15:06    
Chineses e russos são beneficiados pela intensificação das relações estratégicas sino-russas

cri

Logo após descer do avião, uma jovem russa que, participava da "Semana de Moscou em Beijing", comentou sobre o chá e Wushu (artes marciais) da China com seus amigos chineses. Ela disse: "Se assistir à apresentação do verdadeiro Gongfu de Shaolin, poderei ostentá-la ao voltar para o meu país".

O vestido e os uniformes usados por Lenin eram adorados pelos chineses. Agora, Wushu, a medicina tradicional chinesa e filosofias de Laozi e Zhuangzi, bem como a cultura tradicional chinesa, são preferidos pelos russos.

O especialista na questão russa da Academia de Ciência Social da China, Jiang Yi, afirmou que, na atual época do plurarismo da cultura mundial, as relações sino-russas, que crescem no "solo" de atração mútua cultural, demonstram ao mundo suas características ainda mais racionais, sadias e maduras, fazendo com que os povos dos dois países sejam beneficiados conjuntamente.

O ano de 2006 foi o "Ano da Rússia", evento realizado na China, também foi o 10º aniversário das relações parceiras de coordenação estratégica estabelecidas entre a China e a Rússia e o quinto aniversário de assinar o "Tratado de Amizade e Cooperação de Boa Vizinhança Sino-Russa".

--Confiança mútua política é intensificada

Jiang acentuou que as atuais relações parceiras de coordenação estratética sino-russa são um novo acordo estatal não confrontado e que não faz frente ao terceiro país construído com base na confiança mútua, benefício recíproco, igualdade e coordenação.

Em março de 2003, o primeiro país visitado por Hu Jingtao, após a posse do presidente chinês, foi a Rússia. Durante o mandato de seis anos de Putin como presidente russo, ele visitou seis vezes à China que o país mais visitado por Putin.

Nos problemas de Taiwan, Tibet e Chechênia, os dois países apóiam-se mutuamente e defendem a soberania das duas partes. Em muitos destaques internacionais, as posições da China e da Rússia também quase são semelhantes. O bom desenvolvimento das relações sino-russas desempenha um importante papel na salvaguarda da estabilidade e paz da região e do mundo.

Jiang apontou que a solução total do problema sobre as fronteiras entre os dois países feita em 2004, e a primeira manobra militar conjunta sino-russa realizada em 2005, comprovaram que a confiança mútua política entre os dois países foi fortalecida.

--Dois países desenvolvem profundamente o comércio

Jiang indicou que nos últimos cinco anos, o volume de comério entre a China e a Rússia foi 1,7 vez maior. Em 2004, ultrapassou US$ 20 bilhões, e no ano passado atingiu cerca de US$ 30 bilhões. Segundo a previsão de especialistas concernentes, o volume do comércio bilateral até 2010 apresentado pelos líderes dos dois países, alcançará de US$ 60 bilhões para US$ 80 bilhões antes do tempo previsto.

As duas partes chegaram ao importante consenso na cooperação energética, estipulando claramente que o oleoduto do Leste da Rússia transmite primeiramente para a China. A cooperação energética entre os dois países foi ampliada do petróleo para as áreas de gás natural, energia elétrica, energia nuclear e equipamentos dinâmicos. A cooperação econômica e comercial também se estende por terrenos de vôo espacial, indústria de guerra, informação, indústria florestal, transportes, instalações infraestruturais e proteção ambiental.

Segundo estatísticas, a China tem 700 ou 800 projetos de investimento na Rússia enquanto este país tem cerca de 200 projetos de investimento na China. A China já terminou cerca de US$ 3 bilhões de obras de empreitada de obras-de-mão sino-russas.

-- Atração mútua e intercâmbio em pé de igualdade

Há 50 anos, o russo foi a língua estrangeira mais procurada pelos chineses. Hoje em dia, a "língua chinesa" também é procurada pelos jovens russos.

Jiang assinalou que, com base no interesse mútuo, a China e a Rússia fazem diálogos iguais na cultura, o que se tornará base de prolongados e amistosos contatos entre os dois países.

No "Ano Russo", realizado em 2006 na China, e no "Ano Chinês", a ser promovido em 2007 na Rússia, os dois países realizam em dois anos completos centenas de atividades de intercâmbios bilaterais referentes aos domínios político, econômico, cultural e educacional.